sábado, 3 de junho de 2017

MÚSICA ELEVAÇÃO ESPIRITUAL PARA EQUILIBRAR O CEREBRO - MUSIC TO BALANCE ...

Se eu Fosse Eu - Clarice Lispector recitado por Aracy Balabanian

Maria Bethânia recita Eros e Psique de Fernando Pessoa

Catedral-Belíssima Música

O deserto que atravessei Ninguém me viu passar Estranha e só Nem pude ver que o céu é maior Tentei dizer Mas vi você Tão longe de chegar Mais perto de algum lugar É deserto onde eu te encontrei Você me viu passar Correndo só Nem pude ver que o tempo é maior Olhei pra mim Me vi assim Tão perto de chegar Onde você não está No silêncio uma catedral Um templo em mim Onde eu possa ser imortal Mas vai existir Eu sei, vai ter que existir Vai resistir nosso lugar Solidão, quem pode evitar? Te encontro enfim Meu coração é secular Sonha e deságua dentro de mim Amanhã, devagar Me diz como voltar É deserto onde eu te encontrei Você me viu passar Correndo só Nem pude ver que o tempo é maior (...) Se eu disser que foi por amor Não vou mentir pra mim Se eu disser deixa pra depois Não foi sempre assim Tentei dizer Mas vi você Tão longe de chegar Mais perto de algum lugar

segunda-feira, 17 de abril de 2017

A LIÇÃO DO CARVALHO...bela história









Era um velho carvalho no meio de uma grande floresta. Há alguns anos, uma enorme tempestade o deixara quebrado e feio. Jamais conseguira se reerguer, como as demais árvores.
Quando a primavera chegava, o adornava de flores novas e verdes e o outono tomava o cuidado de pintá-las todas de cor avermelhada.
Mas os ventos inclementes sopravam e levavam todas as folhas e nada mais podia disfarçar a sua feiura.
A árvore foi se sentindo esquecida, abandonada, sem utilidade. E um enorme vazio tomou conta dela.
Quando o vento do outono passou por ali, ela se lamentou: "ninguém mais me quer. Não sirvo para nada. Sou um velho inútil".
Mais alguns dias se passaram e, na proximidade do inverno, um pica-pau sentou-se em seu tronco e começou a bicá-lo, de forma insistente.
Tanto bicou que conseguiu fazer um pequeno furo, uma portinha de entrada para sua residência de inverno, no tronco oco do carvalho.
Arrumou tudo com muito bom gosto. Aliás, estava praticamente tudo arrumado. As paredes eram quentinhas, aconchegantes e havia muitos bichinhos que poderiam alimentá-lo e aos seus filhotes.
– Como estou feliz em ter encontrado esta árvore oca! Ela será a salvação para mim e minha família no frio que se aproxima.
Pouco tempo depois, um esquilo aproximou-se e ficou correndo pelo tronco envelhecido, até achar um buraco redondo, que seria a janelinha da sua casa.
Forrou por dentro com musgo e arrumou pilhas e pilhas de nozes que o deveriam alimentar durante toda a estação de ventos gelados.
– Como estou agradecido, falou o esquilo, por ter encontrado esta árvore oca.
O carvalho passou a sentir umas coisas estranhas. As asas dos passarinhos roçando em sua intimidade, o coração alegre do esquilo, suas patas miúdas apalpando o tronco diariamente fizeram com que a árvore se sentisse feliz.
Seus ramos passaram a cantar felicidade. Quando chegou a época das chuvas, deixou-se molhar, permitindo que as gotas escorressem por seus galhos, lentamente. Aceitou a neve que a envolveu em seu manto por muitas semanas, agradeceu os raios do sol e a luz das estrelas.
Tudo era motivo de felicidade. A velha árvore redescobrira a alegria de servir.
***
Ninguém há que nada possua para dar. Ninguém existe que não possa fazer algo a benefício do seu irmão. Um sorriso, uma prece, um gesto, um abraço, um agasalho, um pão.
Há tanto que se fazer na terra. Existem tantos aguardando a cota do nosso gesto de ternura. Ninguém é inútil ou desprezível. Cabe- nos redescobrir a riqueza que em nós existe e distribui-la a quem dela necessite ou espere.
Se nos sentirmos solitários, em meio às dificuldades que nos alcancem, aprendamos a estender sorrisos nos caminhos por onde passarmos.
Antes de nos amargurarmos e cobrar gestos de carinho de amigos e parentes, antecipemo-nos e doemos a nossa cota de amor, ainda hoje, permitindo-nos usufruir a alegria de dar e dar-se.
Fonte: O Livro das Virtudes II –

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Milton Nascimento e Dani Black-Linda canção


Linda canção...Linda letra.. 




Ouça a música no Link:

https://www.youtube.com/watch?v=mc1ANOYexlI

Eu sou maior do que era antes Estou melhor do que era ontem Eu sou filho do mistério e do silêncio Somente o tempo vai me revelar quem sou As cores mudam As mudas crescem Quando se desnudam Quando não se esquecem Daquelas dores que deixamos para trás Sem saber que aquele choro valia ouro Estamos existindo entre mistérios e silêncios Evoluindo a cada lua a cada sol Se era certo ou se errei Se sou súdito se sou rei Somente atento à voz do tempo saberei

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Mente desperta...















"A coisa mais estranha a respeito da mente é que se você se torna um observador, ela começa a desaparecer. Da mesma forma como a luz dispersa a escuridão, a vigilância dispersa a mente, seus pensamentos e toda a sua parafernália.
Assim, meditação é simplesmente vigilância, consciência. E isso revela - e nada tem a ver com inventar. Ela nada inventa, mas simplesmente descobre aquilo que já está presente.
E o que está presente? Você entra e encontra um vazio infinito, tão imensamente belo, silencioso, repleto de luz, perfumado... você entrou no reino de Deus.
Em minhas palavras você entrou na divindade.
E uma vez nesse espaço, você se revela uma pessoa totalmente nova, um novo ser humano.
Agora você tem sua face original. Todas as máscaras desaparecem.
Você viverá no mesmo mundo, mas não da mesma maneira.
Estará entre as mesmas pessoas, mas não com a mesma atitude e a mesma abordagem.
Você viverá como o lótus: na água, porém absolutamente não tocado por ela.
Religião é a descoberta desta flor-de-lótus dentro de você.
(OSHO)

Oração do Milho - Cora Coralina








Senhor, nada valho.

Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das
lavouras pobres.
Meu grão, perdido por acaso,
nasce e cresce na terra descuidada.
Ponho folhas e haste, e se me ajudardes, Senhor,
mesmo planta de acaso, solitária,
dou espigas e devolvo em muitos grãos
o grão perdido inicial, salvo por milagre,
que a terra fecundou.
Sou a planta primária da lavoura.
Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo
e de mim não se faz o pão alvo universal.
O Justo não me consagrou Pão de Vida, nem
lugar me foi dado nos altares.
Sou apenas o alimento forte e substancial dos que
trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre.
Sou de origem obscura e de ascendência pobre,
alimento de rústicos e animais do jugo.
Quando os deuses da Hélade corriam pelos bosques,
coroados de rosas e de espigas,
quando os hebreus iam em longas caravanas
buscar na terra do Egito o trigo dos faraós,
quando Rute respigava cantando nas searas de Booz
e Jesus abençoava os trigais maduros,
eu era apenas o bró nativo das tabas ameríndias.
Fui o angu pesado e constante do escravo na exaustão
do eito.
Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante.
Sou a farinha econômica do proletário.
Sou a polenta do imigrante e a miga dos que começam
a vida em terra estranha.
Alimento de porcos e do triste mu de carga.
O que me planta não levanta comércio, nem avantaja
dinheiro.
Sou apenas a fartura generosa e despreocupada dos
paióis.
Sou o cocho abastecido donde rumina o gado.
Sou o canto festivo dos galos na glória do dia que
amanhece.
Sou o cacarejo alegre das poedeiras à volta dos seus        

ninhos.
Sou a pobreza vegetal agradecida a Vós, Senhor,
que me fizestes necessário e humilde.
Sou o milho.
Cora Coralina-Oração do Milho

quinta-feira, 9 de março de 2017

Como Aprender a Amar Bonito - Arthur da Távola


Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha
parado para pensar: aprenda a fazer bonito seu amor.
Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito.
Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito.
Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender...

Tenho visto muito amor por aí.
Amores mesmo: bravios, gigantescos, descomunais,
profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva.
Mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos.
Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados
com carinho, cuidado e atenção.
Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais,
de repente se percebem ameaçados e tão somente porque
não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuidam,
reclamam, deixam de compreender, necessitam mais do que
oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões.
Sim, de razões.
Ter razão é o maior perigo no amor.
Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem)
de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação,
sem atinar que o que está sem razão talvez passe por
um momento de sua vida no qual não possa ter razão.

Nem queira!!!

Ter razão é um perigo: em geral, enfeia um amor,
pois é invocado com justiça, mas na hora errada.
Amar bonito é saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência.
Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito?
De que está tirando do gesto, da ação, da reação,
do olhar, da saudade, da alegria do encontro,
da dor do desencontro a maior beleza possível?
Talvez não.
Cheio ou cheia de razões, você separa do
amor apenas aquilo que é exigido por suas
partes necessitadas, quando talvez dele
devesse pouco esperar, para valorizar
melhor tudo de bom que de vez em quando
ele pode trazer.

Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo,
deixa de amar bonito.
Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança.
E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não tema o romantismo.
Derrube as cercas da opinião alheia.
Faça coroas de margaridas e enfeite a
cabeça de quem você ama.
Saia cantando e olhe alegre.
Recomenda-se: encabulamentos, ser pego em
flagrante gostando, não se cansar de olhar e olhar,
não atrapalhar a convivência com teorizações, adiar
sempre -- se possível com beijos -- 'aquela
conversa importante que precisamos ter', arquivar, se
possível, as reclamações pela pouca atenção
recebida.
Para quem ama, toda atenção é sempre pouca.
Quem ama feio não sabe que pouca atenção
pode ser toda a atenção possível.
Quem ama bonito não gasta tempo dessa
atenção cobrando a que deixou de ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós,
pobres escritores que vemos a vida como criança de
nariz encostado na vitrine cheia de brinquedos dos
nossos sonhos); não teorize sobre o amor, ame.
Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.

Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme,
como: a sinceridade, abrir o coração, contar a
verdade do tamanho do amor que sente; não dar
certo e depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito).
Jogue por alto todas as jogadas, estratagemas,
golpes, espertezas, atitudes sabiamente eficazes (não
é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de
sua emoção e carência, exatamente aquele você que a
vida impede de ser.
Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs.
Falando besteiras, mas criando sempre.
Gaguejando flores.
Sentindo o coração bater como no tempo de Natal infantil.
Revivendo os caminhos que intuiu em criança.
Sem medo de dizer eu quero, eu estou com vontade.
Deixe o seu amor ser a mais verdadeira expressão
de tudo que você é.

Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto.
Não se preocupe mais com ele e suas definições.
Cuide agora da forma.
Cuide da voz.
Cuide da fala.
Cuide do cuidado.
Cuide de você.
Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor
e só assim poder começar a tentar fazer o outro
feliz.

sábado, 4 de março de 2017

Situando o pensamento.


"A atitude humana de usufruir a oportunidade da vida segundo as bases de um materialismo comportamental certamente representa  um desvio evolutivo". 
Talvez haja  uma deformação no seu impulso em direção a sua busca de caminhos dentro de uma espiritualidade e da verdade que ele consegue alcançar ,onde as causas,embora complexas numa análise reduzida ,podem através de uma visualização genérica,serem apontados como  um processo de bloqueio circunstancial dos elementos da mente humana que tem como uma das funções , criar uma realidade pela compatibilidade do mundo objetivo com a sensibilidade subjetiva.
Comportamentos individuais e coletivos momentâneos ,onde não há uma atenção as possíveis consequências(hoje muito comum) motiva ações egocêntricas (sem que se  perceba)  não há um alcance interno para captar as frequências de campos mais sutis,e isso bloqueia esse acesso para obtenção de  uma realidade que faz a vida ter mais sentido.Penso(posso estar errada) que vida tem que ser pautada na busca de uma verdadeira essência que é a sua contribuição para a melhora do seu caminho e de seus próximos ,mas a maioria quando acha apenas uma parte dessa essência perde a frequência e com ela a possibilidade de ter a chave que te leva aos caminhos paradisíacos reais.

Aída


sexta-feira, 3 de março de 2017

O que é um AVATAR???


Muitos só tem a referencia do ser azul do filme que  que parecem sublimados,mas há um significado mais profundo que esse.

Avatar é uma palavra que, na religião hindu, significa manifestação corporal de um ser superpoderoso.

Então AVATAR é:
Um enviado celeste, Messias, encarnação de um Mestre Cósmico.

Dizem alguns textos por aí que os Avatares nascem espontaneamente com a única tarefa de auxiliar a humanidade em seu crescimento consciencial; outros seres nascem com tarefas menores, que estão mais relacionadas ao nível cultural e material da vida, mas a função mais sublime de um ser que nasce entre nós é auxiliar no crescimento consciencial. E esse crescimento consciencial é o fator determinante da libertação evolutiva de um ser. O que isso quer dizer ? Quer dizer que o indivíduo passa a nascer aqui neste mundo apenas se quiser. Poderiam permanecer fora do corpo, em mundos muito mais agradáveis, mais harmônicos .

Muitos  mestres espirituais estão atualmente encarnados para poder ajudar a humanidade nessa fase em que ela está vivendo.

Alguns Considerados Avatares...tem vários outros encarnados agora e também em outros tempos,sempre para auxiliar no desenvolvimento espiritualista do ser .



 Jesus

Buda

Dalai Lama

Krishna


Além desses muitos outros .

Para Relaxar 10 Belas Imagens










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