Clarividência da Realidade

Clarividência da Realidade

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Monólogo das Mãos pela Diva do Teatro Bibi Ferreira-Autor-Giuseppe Ghiaroni


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Carta a São Paulo -Carlos Vereza -

Carta de São Paulo a Coríntios

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. 
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. 
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, 
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; 
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; 
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 
O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; 
porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; 
mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. 
Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. 
Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido. 
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Poema Metade-Oswaldo Montenegro


Poema em Linha Reta-Fernando Pessoa

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado
[sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe — todos eles príncipes — na vida…
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma covardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos — mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza

terça-feira, 21 de junho de 2016

Grande Eduardo Galeano



Eduardo Galeano

Eduardo Galeano (1940-2015) foi escritor e jornalista uruguaio. É o autor da obra-prima, "As Veias Abertas da América Latina".
Eduardo Hugles Galeano nasceu em Montevideo, capital do Uruguai, no dia 03 de setembro de 1940. Com 14 anos de idade vendeu sua primeira charge política. Trabalhou como pintor de letreiros, datilógrafo e caixa de banco. Iniciou sua carreira de jornalista no final dos anos 60, como chefe de redação do semanário “Mancha”. Foi editor do jornal Época.
Em 1971, escreveu sua obra prima “As Veias Abertas da América Latina”. Em 1973, com o golpe militar no Uruguai, Galeano é preso e se exila na Argentina, onde lançou ”A Crisis” uma revista sobre cultura. Em 1976, com o golpe militar do general Jorge Videla, Galeano se exila na Espanha. Nessa época inicia a trilogia “Memórias do Fogo”. Em 1985, com a redemocratização do Uruguai, Galeno retornou para Montevideo.










Fonte de Pesquisa

http://pensador.uol.com.br/


domingo, 3 de agosto de 2014

Poesia Linda...O Novo Céu


Vem comigo, tu que queres amar todas as coisas!
Vem comigo,tu que aspiras a felicidade!
Eu te ensinarei a arte da vida, fazendo fulgir em tua alma, a luz que em ti dormita;
Eu te farei abandonar a desdita rotineira do afã que te conduz.
Eu te mostrarei o céu diferente dos que te mostraram,apontando um caminho entapetado de flores.
Os amores que a vida encerra são mais altivos  do que um amor conhecido.
Vem comigo!...
Não te detenhas com medo de quebrar a perna  porque a vida  é um desafio permanente.
Falte o conforto, o consolo ou o teu parente, as esferas invisíveis estarão sempre te ouvindo!
Caminharemos de mãos dadas com a própria vida!
Sentiremos a alegria de não sermos ninguém, ostentando as mãos dos que negam a fantasia de uma fama,por algum feito.
Vem comigo pois eu te ofereço o meu amor, a minha mão e a minha palavra,
Ofereço-te eu mesmo.
Sigamos juntos até o portal da realidade, onde brilha a luz completa da liberdade!
Não tenhas medo das nuvens negras e a voragem, porque do medo, surge a perda da feliz aragem.
Vem comigo!
Iremos caminhando lentamente, faça chuva ou faça sol.
Encontraremos espinheiros que nos farão lembrar as rosas.
Não precisaremos dos sacerdote nem da dialética dos filósofos,
Seremos juntos - discípulos da própria vida!
Vem comigo!
Não pararemos enquanto não raiar a aurora,
Não deixaremos de lutar enquanto a aurora não nos fizer parar,
Não precisaremos dos navios, dos automóveis nem mesmo de sapatos novos;
Nossa caminhada será um roseiral e se houver um espinho que importa?
Aprenderemos a lição e seguiremos adiante.
Atingiremos a seara do Elefante Branco, da Fênix e das Rosas Azuis,
Quebraremos rochas, derrubaremos arvoredos, em busca do "Shan-gri-lá" de nossas  almas.
Vem comigo pois eu conheço o caminho, já estive lá num sonho dourado de odores sublimes!
Venceremos os gênios maus, os abutres, as serpente e os gigantes;
Eu conheço a magia que nos guiará, pois já estive no Egito,no Tibet e no Ararat.
Acenaremos na caminhada aos corações que ficarem,
Abrasaremos o inverno triste das almas desesperadas,
Abrandaremos o fogo incontrolado dos nervos exaltados.
Sigamos no caminho do amor real!
Vem comigo, tu que queres amar todas as coisas!
Vem comigo,tu que aspiras a felicidade!
Eu te ensinarei a arte da vida, fazendo fulgir em tua alma, a luz que em ti dormita;
Eu te farei abandonar a desdita rotineira do afã que te conduz. e de vez em quando ouviremos os passarinhos, o vento ,e nos deliciaremos com a prata do luar.
Haverá manjares, iguarias raras, oferecidos pelos Deuses camaradas.
Vem comigo!
Não tenha medo dos que zombarão,
Não tenha medo da algazarra dos que chorarão; querem ficar que fiquem...
Que ganhem o seu dinheiro, pois dele não precisaremos.
Haverá lágrimas que provocarão sorrisos e sorrisos que gerarão lágrimas;
Haverá doentes no meio do caminho -Nós os curaremos.
Haverá perdidos  - Nós o reanimaremos.
Haverá prostíbulos - Nós entraremos e confortaremos as prostitutas.
Haverá festas de potentado - compareceremos e cearemos com eles.
Haverá choupanas miseráveis onde o sol não entra mais-nós levaremos o sol.
Haverá famílias em liça por causa de um pedaço de terra,nós ajudaremos a dividir.
Haverá criança sem pão e agasalho - daremos o nosso e pediremos para elas.
Haverá ladrões e assassinos - Não os temeremos, daremos o nosso conselho e o nosso perdão.
Sigamos a trajetória das almas curadas pela verdade!
Sigamos o roteiro dos faróis da humanidade!
Conversaremos sobre o Nirvana e as Moradas de Meu Pai, sobre o espaço e o tempo e a ética dos temerosos.
Ouviremos as canções da natureza e as de aparelhos eletrônicos.
Leremos os livros da vida e os das impressoras - os de Filosofia e os de Estórias em quadrinhos.
Nenhum limite! Nenhuma barreira deterá nossa caminhada !
Nenhum tabu, nenhum preconceito, nenhuma imposição deterá a expansão da água pura do nosso entusiasmo!
Vem comigo!

Alódio Továr.


sábado, 19 de julho de 2014

A Pipoca-Rubem Alves








A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras do que com as panelas.
Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado. Dedico-me a algo que poderia ter o nome de "culinária literária". Já escrevi sobre as mais variadas entidades do mundo da cozinha: cebolas, ora-pro-nobis, picadinho de carne com tomate feijão e arroz, bacalhoada, suflês, sopas, churrascos.
Cheguei mesmo a dedicar metade de um livro poético-filosófico a uma meditação sobre o filme A Festa de Babette que é uma celebração da comida como ritual de feitiçaria. Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como chef. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo — porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.
As comidas, para mim, são entidades oníricas.
Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu.
A pipoca, milho mirrado, grãos redondos e duros, me pareceu uma simples molecagem, brincadeira deliciosa, sem dimensões metafísicas ou psicanalíticas. Entretanto, dias atrás, conversando com uma paciente, ela mencionou a pipoca. E algo inesperado na minha mente aconteceu. Minhas idéias começaram a estourar como pipoca. Percebi, então, a relação metafórica entre a pipoca e o ato de pensar. Um bom pensamento nasce como uma pipoca que estoura, de forma inesperada e imprevisível.
A pipoca se revelou a mim, então, como um extraordinário objeto poético. Poético porque, ao pensar nelas, as pipocas, meu pensamento se pôs a dar estouros e pulos como aqueles das pipocas dentro de uma panela. Lembrei-me do sentido religioso da pipoca. A pipoca tem sentido religioso? Pois tem.
Para os cristãos, religiosos são o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, a mistura de vida e alegria (porque vida, só vida, sem alegria, não é vida...). Pão e vinho devem ser bebidos juntos. Vida e alegria devem existir juntas.
Lembrei-me, então, de lição que aprendi com a Mãe Stella, sábia poderosa do Candomblé baiano: que a pipoca é a comida sagrada do Candomblé...
A pipoca é um milho mirrado, subdesenvolvido.
Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a idéia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos.
Havendo fracassado a experiência com água, tentou a gordura. O que aconteceu, ninguém jamais poderia ter imaginado.
Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas!
E o que é que isso tem a ver com o Candomblé? É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa — voltar a ser crianças! Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão — sofrimentos cujas causas ignoramos.Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: PUF!! — e ela aparece como outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante.
Na simbologia cristã o milagre do milho de pipoca está representado pela morte e ressurreição de Cristo: a ressurreição é o estouro do milho de pipoca. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro.
"Morre e transforma-te!" — dizia Goethe.
Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas, descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
Meu amigo William, extraordinário professor pesquisador da Unicamp, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia, as explicações científicas não valem.
Por exemplo: em Minas "piruá" é o nome que se dá às mulheres que não conseguiram casar. Minha prima, passada dos quarenta, lamentava: "Fiquei piruá!" Mas acho que o poder metafórico dos piruás é maior.
Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
Ignoram o dito de Jesus: "Quem preservar a sua vida perdê-la-á".A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo a panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira...
"Nunca imaginei que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu".

domingo, 20 de outubro de 2013

COMO PEIXES QUE NADAM NO OCEANO...Masaharu Taniguchi





COMO PEIXES QUE NADAM NO OCEANO...

[...] É inútil tentar extinguir as trevas da mente com a mente em trevas. Mas basta manifestar a mente repleta de luz para que as trevas da mente desapareçam por si mesmas. Nenhum pensamento além do pensamento de luz (pensamento positivo) tem o poder de eliminar as trevas da mente (pensamentos negativos). Alcançando-se a compreensão de que "as trevas da mente" não existem, elas se extinguem por si mesmas. Alcançando-se a compreensão de que "a doença não existe", ela se extingue por si mesmo. A "mente em ilusão" deseja evitar a doença, enquanto que a "mente que despertou para a Verdade" afirma que a doença não existe. A doença começa a desaparecer a partir do instante em que se compreende claramente que ela não existe. Compreender que a doença pode melhorar ou piorar conforme a atitude mental é valido, porém esse é um ensinamento relativo e dual, e nós não devemos nos deter aí. Contudo, compreender que "a doença não existe" é uma Verdade absoluta e eterna, e essa conscientização é que constitui a nossa verdadeira meta. Uma vez que consigamos isso, viveremos totalmente livres como peixes na água. [...]
Masaharu Taniguchi

E Agora José?-Drummond grande Poeta


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AÍDA-PESQUISADORA NA ÁREA  HOLÍSTICA.GOSTO DE ESTUDAR AS MUITAS POSSIBILIDADES DO SER HUMANO

Sou alguém que ama viver em paz com todos e comigo mesmo, pois já tenho a certeza de que confusões e defesa de pontos de vista não resolvem nem concluem nada, apenas alimentam o ego e seu lado doente....